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As 13 dimensões da Consciência – Alberto Saiz

Posted by oliveiros.kr em 27, Agosto, 2008

As 13 dimensões da Consciência
por
[ Alberto Saiz ]

A NATUREZA DA MUDANÇA

1. Eu sou Negação
2. Eu sou Polaridade
3. Eu sou Diferença
4. Eu sou Tempo
5. Eu sou Incondicional
6. Eu sou Compaixão
7. Eu sou Justiça
8. Eu sou Beleza
9. Eu sou Sabedoria
10. Eu sou Vazio
11. Eu sou União
12. Eu sou Presença
13. Eu sou quem Eu Sou

A 1ª, 2ª e 3ª dimensões (negação, polaridade e diferença) vivem nas partes mais baixas da nossa consciência e representam a passividade e solidez da terra, a nível metafórico são o planeta, a terra por baixo dos nossos pés. Para fundir estas dimensões com a nossa divindade e fazer um casamento efectivo entre o mais baixo e o mais alto é necessário que comecemos por afirmar a mais alta de todas elas, o eu sou quem eu sou, que é a dimensão número 13, o número que sempre esteve um pouco amaldiçoado e fora do alcance da humanidade, é precisamente o número que nos dá o nosso poder mais forte, o reconhecer a divindade em seu estado mais puro e pessoal. Para trabalhar essa energia da terra e actualizá-la devemos começar sempre por invocar o eu sou quem eu sou, activando assim a mónada espiritual e daí passamos essa energia para a matéria graças a um enlaçador que é a 10 dimensão, o vazio, uma das três expressões da alma. As potências da alma são a presença, a união e o vazio e cada uma dessas potências é capaz de ligar partes de nós que estão encarnadas com aquele que nunca encarna. São como uma terra de ninguém, três emanações que ligam o espírito com a matéria. Depois de afirmar eu sou quem eu sou afirmamos eu sou vazio e então o nosso ser prepara-se para o seguinte passo, que é levar a energia espiritual do eu sou até ao mundano, a terra. Afirmamos eu sou negação, ou eu sou polaridade, ou eu sou diferença. Para sair daí e devolver esse trabalho em que impregnamos a matéria com o espírito voltamos sempre ao espírito afirmando de novo eu sou vazio e afirmando de novo eu sou quem eu sou. Faço um caminho que parte do 13, passa por uma das potências da alma, o 10 neste caso, depois escolhemos uma das três qualidades, para voltar á alma, ao 10, e voltar de novo ao espírito, ao 13.

As três partes do manifesto que trabalhamos aqui, primeiramente seriam a negação, um espaço onde a energia que existe está tão condensada que não há um espaço para que a luz se possa reflectir dentro dessa energia, porque quando a luz se produz é graças a uma ordem na matéria. Essa ordem é o potencial que todos temos dentro de nós, aquilo a que somos chamados a manifestar sobre a terra, mas há um estado prévio em que todos os potenciais são possíveis, mas como a nossa inteligência ainda não assimilou o potencial na realidade nenhum de eles é possível porque o caos é tal que não há lugar onde a luz se pode estabelecer. Então, quando afirmo eu sou negação o que faço é acoplar o eu sou que é a presença do meu espírito nessa negação, é fazer com que a inteligência penetre no meu potencial e desperte as partes de mim que preciso de encarnar, desperto os meus dons, podem ser dons para a arte, a economia, a cozinha, para o yoga, o que seja, mas sempre serão dons inspirados pelo espírito e sempre vão fluir a partir desse momento com facilidade.

O seguinte passo depois de afirmar a negação é a polaridade, um momento em que estes dons se encontram e rivalizam entre si. A matéria começa a iluminar-se e pelo facto de iluminar-se dá-se conta que há muitas partes de si que não estão iluminadas. Isto quer dizer que estão comprimidas. Uma vez que uma pequena parte de nós conhece a luz do espírito, tudo em nós quer conhecer essa luz. Quando alguém prova o primeiro trago de Deus, já não pode parar até iluminar-se por completo, porque a matéria aproxima-se do espírito, mas enquanto não conseguir despertar todo o meu potencial, as coisas que estão ocultas, ao intuitivamente saber que existe a luz, vão friccionar ou vou ficar consciente dessa fricção de uma forma muito forte e dura ás vezes. Então, afirmo eu sou polaridade, reconheço essa parte em mim que está lutando, e ao reconhecê-la e dar prioridade ao eu sou, a inteligência faz com que a energia que resulta dessa fricção em mim se transforme em algo criativo e inteligente, se transforme em algo único, e aí é onde vamos à terceira das nossas dimensões.

É quando conseguimos transformar a polaridade numa personalidade, num ego, em algo que existe só e exclusivamente em todas nós; por muito que procuremos ao nosso redor não encontramos ninguém que seja igual. Isso é o que nos torna necessários no universo, o nosso ego é o nosso grande presente para o universo. Ser capazes de colocar o eu sou diante do ego e dizer eu sou diferença, abraçando esse ego com o meu Eu Sou, ao fazer isto reconhecemos a nossa diferença e a diferença de tudo aquilo que nos rodeia, e podemos encaixar a nossa personalidade em harmonia com o planeta, com todas aquelas circunstâncias que estão ao nosso redor, e nesse momento o ego se dá conta de que é único mas não é tão importante, há tantos egos ao nosso redor!

Disto se dá conta através do tempo, com o passar do tempo e com a prática do eu sou na personalidade dá-se conta que há um ritmo, de que tudo é diferente mas tudo segue um ritmo, uma ordem, o universo está dando apoio para que possamos organizar-nos e construir um corpo comum, este movimento de coordenação se dá através do tempo, dizemos em quarta dimensão eu sou tempo e eu sou ritmo, e isso leva-nos a criar uma consciência de que tudo aquilo que fazemos e que faz qualquer outro é em benefício ou prejuízo comum de todos, porque descobrimos um ser maior que a nossa personalidade e que é comum a todos os nossos vizinhos, que nos faz ser incondicionais, transcender as circunstâncias e o tempo, e é aí que encontramos a 5ª dimensão (eu sou incondicional), o lugar central do nosso coração onde tudo ao redor nos é igual, somos imparciais para tudo o que existe, compreendemos, começamos a viver mais desde um ser comum que existe para todas nós desde a personalidade. Transcendemos através do tempo, conquistamos um lugar comum para todos. Quando nos damos conta disto e o vivemos na incondicionalidade de não julgar os demais, o passo seguinte é actuar através desta percepção de unidade, e quando actuamos através desta percepção activamos a compaixão, que é a 6ª dimensão (eu sou compaixão) da nossa consciência. Estas três dimensões, 4ª, 5ª e 6ª, estão ligadas ao nível da alma com a 11ª, eu sou união; é o movimento da alma que resume estes três sucessos da nossa vida quotidiana.

Uma vez que pratico com naturalidade a compaixão o que nasce no mundo é a justiça, que é a 7ª das dimensões (eu sou justiça), e quando estou vivendo na justiça posso permitir-me relaxar e confiar naquilo que me rodeia; Começo a ser mais observador do que activo. Nestas dimensões superiores o nosso ser aproxima-se da pura consciência. Quanto mais pratico a justiça, mais confio no mundo, menos necessito de actuar e mais permito que as coisas aconteçam, e dentro dessas primeiras fazes da contemplação mais pura encontro a beleza de todas as coisas, que é a seguinte dimensão (8ª dimensão, eu sou beleza). A percepção da beleza e a prática da arte não só como uma escultura ou como um livro, senão como o viver, o vibrar de uma forma bela, deixar-se arrebatar na beleza de uma paisagem, de um edifício, de um pássaro ou de uma erva, encontrar essa harmonia profunda de todas as coisas. Quando a contemplação se aprofunda e reconheço a beleza e perfeição existente em todas as coisas, então as coisas e as pessoas e animais abrem-se para mim e mostram a sua informação, e mostram a sua própria consciência e sua inteligência. Então começo a viver na sabedoria, não numa sabedoria de explicar analiticamente as coisas, senão numa sabedoria que me permite perceber uma parte muito profunda daquilo que me rodeia: perceber a verdade que há no coração daqueles que me rodeiam, a verdade do homicida, a verdade do santo, a verdade do boémio, do artista, a verdade de todos os seres que estamos aqui. Então vivo numa dança da realidade na qual tudo está perfeitamente coordenado para que eu também possa viver a minha verdade (9ª dimensão, eu sou sabedoria). Estas dimensões superiores são regidas pela presença (12ª dimensão).

A forma de afirmar sempre é começar pela 13ª, escolho uma das 3 potencias da minha alma, a 11ª, 12ª ou 10ª e afirmo uma das 3 facetas que estão manifestas, que estão em baixo, depois volto á alma e finalmente volto ao espírito. Se só trabalho eu sou quem su sou ou só eu sou presença, cultivo uma espiritualidade muito elevada mas dificilmente aplicável á vida quotidiana, que é a espiritualidade que estamos tradicionalmente acostumados a viver. Principalmente quando se pensa em meditação ou contemplação é algo que te tira os sentidos e te tira deste mundo; depois voltas para ele e tudo fica igual, no mesmo momento esqueces. Se queremos ascender a nossa vida e a nossa terra, é preciso afirmar também a baixo, também afirmar a personalidade, a beleza, a incondicionalidade, a negação, tudo aquilo que está manifestado. As 9 primeiras dimensões estariam manifestadas e as 4 seguintes estariam fora da nossa percepção sensorial. Este trabalho é ligar todas elas. Pode-se fazer como dissemos agora, afirmando primeiro eu sou quem eu sou, depois eu sou união, e depois eu sou compaixão, e volto a eu sou união, Eu sou quem Eu sou.

Uma forma mais fácil de fazer isto é, por exemplo: Eu sou união compassiva com quem eu sou, e numa frase uno directamente as três dimensões, eu sou vazio diferencial para quem eu sou. Para as dimensões inferiores utilizamos sempre “para” quem eu sou, assim cultivamos ao afirmar uma atitude de entrega. Desde estas dimensões baixas nas que não compreendo nem posso racionalizar quem é o eu sou, se tenho capacidade para dizer: não sei quem sou, mas sou para a vida, seja quem seja, e quando estou em dimensões de consciência mais baixas é o mais bonito que pode fazer para a vida, reconhecer que não entende, mas sabe que pode entregar-se, significa perdoar-se a si mesmo: eu sou baixo, sou o pecado, a separação do ser, mas perdoo-me ser imperfeito e entrego essa imperfeição, seja a quem seja e peço-lhe que me acolha, eu sou vazio diferencial para quem eu sou, eu sou vazio polar para quem eu sou, eu sou vazio negativo para quem eu sou.

A atitude é bem diferente em dimensões superiores: quando digo “de” quem eu sou, como em eu sou presença bela de quem eu sou, deixo claro que essa parte elevada de mim já conhece, já sabe do que fala, portanto já não se entrega mas sim afirma, dá por concluído aonde vai. Tudo é conhecido, sei que estou em casa e sei quais são as normas. Isto pode dizer alguém que já se entregou muita vezes e comprovou que a coisa funciona e como funciona, e todos, uns mais que outros temos essa vivência, e temos as duas partes. Então o trabalho para cada um é decidir em cada momento que parte vou afirmar hoje, eu decido.

A união incondicional “com” quem eu sou é o momento do extase, quando digo com quem eu sou digo nem mais nem menos o momento que é como um orgasmo, algo que vivo em cada parte do meu ser e em todo o universo que me rodeia porque sou incondicional e estou unido a tudo e isto é o clímax de ser humano e de ser anjo, juntar o espírito e a terra e nesse momento é que estás com Deus, porque fazes exactamente o que vieste fazer aqui. Não viemos para ser sábios, nem viemos lutar pela sobrevivência sem outra coisa que pensar: viemos unir, somos o sistema nervoso da terra porque trazemos a informação e a levamos através desse sistema ao nosso ADN e assim renovamos a estrutura celular do planeta. Á medida que as nossas células mudam, as células dos seres ao nosso redor, dos animais, plantas, o mar, tudo muda, então é quando vivo essa fusão com tudo o que me rodeia, estou a cumprir a missão que vim fazer aqui, e digo estou com quem eu sou, fazendo o trabalho que devo fazer, como ao afirmar eu sou união incondicional com quem Eu Sou.

E para fazer este trabalho só há uma coisa que necessitamos: emocional e mentalmente só podemos acompanhar este processo através do amor, do amor que em suas partes mais baixas, o que cataliza os processos é uma forma de amor que experimentamos como alegria, a festa, dançar, rir, sentir o corpo como uma flor. Em dimensões superiores o amor é humildade porque tudo é tão vasto e imenso que eu não sou nada prácticamente, e isso faz-me voltar ao vazio de novo; uma espiritualidade madura faz-me voltar ao mundo uma e outra vez, e servir de tocha para este. Quando estou no centro certo, no momento perfeito do humano, é simplesmente amor o que cataliza o processo, e quando experimento este amor em tudo o que me rodeia, sejam as pessoas, até aos seres, as coisas, chega um momento em que o universo se despe e apresenta-se algo que não precisa de apresentação porque o conhecemos desde o coração, é a nossa casa. Se me atrevo a amar isso, dá-se a total ascensão. O amor a Deus é o que nos leva ao que estamos á procura, até que não estejamos loucamente apaixonados pelo ser, não ascendemos, até que não amemos essa vibração que se apresenta diante de nós como nunca amamos, a nossa viajem está incompleta. No catolicismo fala-se muito do temor a Deus, é totalmente normal, é algo tão imenso, essa presença pode destroçar-te sem fazer nem um gesto, é o teu criador, e quando as partes baixas do ser não estão purificadas, então prestas muita atenção a isso, prestas muita atenção á parte destrutiva de Deus, que a tem, e que em tempos anteriores esteve muito activa e está muito activa, já que o mundo necessita de grande purificação. Mas se as partes baixas estão purificadas, alegres, contentes com o encontro e as partes altas compreenderam um pouco, então o humano está preparado para amar o ser, e no momento em que amo o ser, o ser que o ser me ama é tão imenso e transformador que não resta nehhum vestígio do antigo, tudo, absolutamnete tudo muda, e essa é a natureza da mudança, o nome do workshop, porque é o lugar comum ao que nos dirigimos, nosso lar, estar em fusão nesse abraço divino, e este é o motor que faz com que funcionem as afirmações e é ao mesmo tempo o lugar para onde vamos, portanto tudo o que ansiamos já funciona, no momento em que damos conta disto não precisamos de afirmar, vivemos isso. Mas enquanto não estamos firmemente aqui, há um trabalho que podemos fazer de amadurecimento para o nosso ser a todos os níveis afirmando.

Fonte: http://www.comunidade-espiritual.com

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